Levantamento de aspectos e impactos, adequação das áreas de armazenamento, prevenção de vazamentos e contaminação, e um plano de resposta a emergências que a equipe sabe executar.
Tambor de óleo apoiado direto no chão, produto químico guardado perto do ralo, resíduo perigoso misturado com o comum. Nenhuma dessas situações parece grave — até o dia do vazamento, da fiscalização ou do acidente com um funcionário.
Quando o dano acontece, a conta chega em três frentes ao mesmo tempo: multa ambiental, custo de remediação e paralisação da atividade.
Mapeamos onde a sua operação toca o meio ambiente: geração, armazenamento, manuseio, efluentes e as situações que podem sair do controle.
Orientação prática sobre contenção, piso, cobertura, sinalização, incompatibilidade entre resíduos e organização dos depósitos.
Procedimento escrito, simples e treinado: o que fazer, quem aciona, com qual material e a quem comunicar quando algo dá errado.
Prova: O levantamento é feito presencialmente, com registro fotográfico e recomendações priorizadas — para a empresa resolver primeiro o que representa risco maior, dentro do orçamento que tem.
Não. São trabalhos complementares: o PGRS trata do caminho do resíduo, e o gerenciamento de riscos trata do que pode dar errado na operação. Muitas empresas contratam os dois juntos.
Sim, e quanto antes melhor. Nesse caso o trabalho começa pela avaliação do ocorrido e pela regularização, antes de estruturar a prevenção.
Um contato rápido no WhatsApp já indica o caminho — e evita que a exigência vire multa.